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Jose Barbosa
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Sobre mim
É perigoso estar certo qdo o Estado está errado.
Comentários
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Jose Barbosa
Comentário ·
há 6 meses
O Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público
Caio César Soares Ribeiro Borges Patriota
·
há 9 anos
por essa época pré eleitoral, la esta o prefeito, candidato a governador do estado, gestor da cidade endividada do rio de janeiro, dizendo que abre mão dos royalties do petroleo - abandonando os cariocas em prol dos fluminenses - espero que, diante deste ato, os fluminenses amanha não reclamem quando ele, na intenção de ser presidente, abra mão de verbas do estado em prol de estados vizinhos - mas é tudo pelo bem da coletividade
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Jose Barbosa
Comentário ·
ano passado
Meu filho já tem mais de 24 anos, como parar de pagar a pensão?
Adriane Felix Barbosa
·
há 7 anos
Artur, leia de novo, acho que vc está contradizendo uma afirmação inexistente.
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Jose Barbosa
Comentário ·
há 2 anos
GRAM - Gratificação de Risco da Atividade Militar: inativos e pensionistas, entendam.
Diego Valadares
·
há 4 anos
Muitos juízes desconhecem as coisas da caserna - isso aliado um governo estadual. ou inepto, ou de ma fé. Fora que na lei diz que teria um orgão federal pra fiscalizar blablabla...nunca vi...essa luta é ardua e muitos não verão a cor desse dinheiro que só sairá na marra
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Rafael Dantas
Comentário ·
ano passado
A Evasão de Militares das Forças Armadas
Laís Gasparotto Jalil
·
ano passado
É notável que, além dos fatores já mencionados — como a desvalorização normativa e as limitações na carreira, reforçados pela MP 2.215‑10 e pela Lei 13.954/2019 —, existem relatos preocupantes sobre abusos morais dentro das Forças Armadas, especialmente em um contexto de cortes orçamentários e decisões financeiras pouco transparentes. Esse ambiente, onde a ascensão profissional fica muito vinculada à subjetividade de superiores, acaba por gerar uma forte sensação de injustiça e instabilidade entre os militares, aprofundando a crise de motivação. Esses relatos de assédio moral, muitas vezes silenciados por medo de retaliação, revelam um padrão institucional que fragiliza vínculos de confiança e cooperativismo. Tais práticas, se associadas a restrições orçamentárias que dificultam até mesmo investimentos básicos em infraestrutura e valorização profissional, impõem um desgaste organizacional que transcende a questão salarial.
Diante disso, um caminho potencialmente eficaz para mitigar a evasão e proporcionar uma transição mais digna e planejada seria a criação de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) voltado para o quadro de carreira. Esse modelo permitiria:
-> Redução de encargos futuros com aposentadorias, contribuindo à sustentabilidade fiscal do Estado;
->Liberdade de escolha para o militar, que poderia recomeçar sua vida profissional fora das Forças, recebendo compensação financeira proporcional aos anos de serviço prestado;
->Alívio para a instituição, que estaria reformulando seu perfil de pessoal com menos atrito e mais dignidade no desligamento.
Hoje, constatados os registros de evasão, ainda há muitos militares que optam por permanecer até a reserva remunerada simplesmente porque não têm alternativa — caso peçam baixa, não recebem qualquer compensação. Um Programa de Demissão Voluntária (PDV) contribuiria não apenas para a economia do Estado e para a qualidade de vida dos militares, oferecendo a eles a possibilidade de abrir novos rumos, mas também permitiria uma reformulação do perfil e uma reestruturação das Forças Armadas, alinhando o efetivo às necessidades estratégicas contemporâneas e possibilitando uma gestão de pessoal mais eficiente e sustentável.
Em síntese, para além das reformas legais, é essencial combater práticas autoritárias e subjetivas que penalizam profissionais dedicados — e implementar mecanismos ágeis e justos de desligamento voluntário, que honrem sua trajetória e ofereçam saídas dignas. Isso fortaleceria a coesão institucional, possibilitaria uma gestão de quadros mais estratégica e traria benefícios tanto para os militares quanto para a sociedade e as finanças públicas.
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Thailane Cristina Guimarães
Comentário ·
ano passado
Meu filho já tem mais de 24 anos, como parar de pagar a pensão?
Adriane Felix Barbosa
·
há 7 anos
Meu marido conseguiu com a escola uma declaração de quando a filha se matriculou,e tbm a frequência dela na escola,e conseguiu provar que ela fez isso pra não perder a pensão ,e teve ganho de causa!
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Carlos Henrique Jund
Artigo ·
há 4 anos
A gratificação de risco de atividade militar (GRAM) deve ser estendida e paga a todos os inativos e pensionistas da PM e dos Bombeiros do Rio de Janeiro.
O direito à paridade está garantido pela Lei nº 9537 de 2021: “Art. 3º São princípios do SPSMERJ: […] VI – a paridade e a integralidade”. Os vetos ao art. 42 e ao § 1º do art. 41 quebram a paridade...
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